domingo, 4 de julho de 2010

Despertar

Acordei intensamente pensativa. Nada como levantar da cama num domingo de manhã, esperando a hora de mergulhar em livros e me abster do mundo. Por que? Bem, certas coisas que escutei não me pareceram muito convincentes. É como escrever uma redação oralmente e cometer certas incoerências na mudança de parágrafo. Uma hora eu choro, noutra eu rio (rio de lágrimas). Pensei no impossível, em algo inconcebível. Não há mais possibilidades de uma felicidade compartilhada. Egoísmo? Não é bem isso, é mais um... valor singular. É um egoísmo necessário, não para exterminar uma das partes e sim, para conturbar a mente de quem se sente ameaçado por ele (felizmente, o sábio usufrui dele para obter resultados satisfatórios). Agora me perguntam por que cheguei à essa conclusão, simples: quem sabe o que quer, não espera para fazer acontecer. É aí que percebo o quanto me desvalorizo ao, ainda, alimentar a incoerência alheia. `É dar moral pra quem não merece´. Na verdade, não é questão de merecimento, é questão de trabalhar com o raciocínio, fazer perceber. É que ainda me preocupo com a deturpação de pensamentos (não só meus). Há quem diga que ironia só é bem compreendida por mentes inteligentes. Se acha que foi um insulto, me desculpa, não compreendeu (leia de novo [ou não]).

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